terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A minha experiência - O Diplomata

Olá! Hoje venho aqui falar-vos um pouco sobre a minha experiência na cafetaria "O Diplomata", na Baixa do Porto. Já lá fui há algum tempo, mas não pude deixar de cá vir partilhar a minha opinião sobre este sítio.
Em primeiro lugar, quem não conhecer bem o local, como eu e as minhas amigas, pode ter alguma dificuldade em encontrá-lo. Fica bastante perto da Fonte dos Leões, na Rua de José Falcão. A entrada é modesta, com o nome do café escrito na vidraça (pelo menos era assim quando lá fui, penso que entretanto fizeram algumas remodelações). 
Assim que entrámos, vimos que o espaço ainda é mais modesto do que a entrada, embora super bem decorado. Haviam apenas umas cinco ou seis mesas, as quais estavam quase todas ocupadas. Tivemos que encaixar três pessoas numa pequena mesa de dois, e pedir uma cadeira emprestada a outros clientes. Entretanto, chegaram mais clientes, que tiveram que esperar. Portanto, o espaço é um ponto negativo. Por outro lado, acho que isso torna o café mais acolhedor e aconchegante.
Todo o café está decorado com uma espécie de estilo vintage, contendo um quadro de giz onde estão registados os preços e as opções, e vários móveis em madeira de aspeto rústico, desde o balcão, até prateleiras, cadeiras e mesas. É um sítio muito agradável visualmente, e a mim transmitiu uma espécie de vibe hipster.
Chegando a altura de pedir, eu as minhas amigas optamos todas pelas panquecas, a comida mais famosa do local, embora também sirvam tostas, saladas, entre outras coisas. Podemos escolher entre massa simples ou com chocolate, duas ou quatro panquecas e inúmeros topings, que podemos combinar a gosto, por um preço extra.
Eu escolhi quatro panquecas porque achei que duas não seriam suficientes (estava com bastante fome) e pedi cobertura de chocolate simples. As minhas amigas pediram duas panquecas cada uma com bananas, morango, chantilly e Nutella. Pedi também uma limonada que dividi com outra amiga minha. Ao todo, paguei 4,40 euros.
Relativamente às panquecas, quando vi o meu prato chegar, arrependi-me imediatamente da minha escolha. As panquecas eram bastante grandes e altas e as quatro que eu tinha pedido amontoavam-se de forma desafiante à minha frente, como que a dizer "não és mulher para nos comeres a todas!". Aceitei o desafio e ataquei as panquecas, que por sinal vinham todas intercaladas com chocolate e vinham cobertas com uma ligeira camada de açúcar em pó. Estavam deliciosas, mas ainda nem tinha comido metade do prato e já começava a ficar cheia. No entanto, recusei-me a deixar ficar um restinho que fosse, sabendo que tinha pagado (e não foi assim barato) por elas. No final, as minhas amigas ajudaram-me a limpar o prato!
Posto isto, gostei bastante da minha experiência neste café. O sítio é agradável, o atendimento foi relativamente rápido e as panquecas eram ótimas. Os preços também não são muito exorbitantes. A única coisa de que me arrependo foi o facto de ter mandado vir tantas panquecas: ao fim de algum tempo estava muito cheia e o chocolate começou a enjoar. Numa próxima vez, irei pedir menos e usar o dinheiro para pedir um toping não tão enjoativo, como fruta.
Uma das minhas amigas, que tinha pedido apenas duas panquecas, queixou-se que podia ter comido mais, portanto, uma dica para quem for com amigos e goste de ficar saciado é: encontrem um amigo que queira pedir o mesmo que vocês e peçam um prato com duas panquecas e outro com quatro. Dividam-nas de forma a que cada um de vocês fique com três e, no fim, paguem a meias. Assim, cada um come o suficiente sem ficar cheio e sem pagar demais. 
De qualquer forma, é sem dúvida um lugar a visitar novamente, para experimentar outras opções.
Já alguma vez visitaram este café? O que acharam? 
Beijinhos, Noelle.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Filme - Aqui Há Gato

Na sexta feira passada fui ao cinema ver um filme com o meu namorado. Não sou grande fã de musicais, principalmente os românticos (e ele muito menos), daí que o La La Land estava completamente fora de questão, muito embora o filme seja muito bem falado. Como queríamos ir a uma sessão a meio da tarde para não chegarmos a casa muito tarde, acabamos por escolher o 'Aqui Há Gato', um filme dobrado em português.
Já tinha ficado interessada neste filme quando andava à procura de um para ver com os meus pais. Vi um gato e pensei logo "fogo, quem me dera ir ver este", por isso, quando o meu namorado sugeriu que fôssemos ver um filme e vi que este tinha uma sessão a meio da tarde, não houve dúvidas de qual seria o eleito.
O meu namorado não ficou muito entusiasmado, porque não gosta muito de filmes dobrados e achou que era para criancinhas, mas lá me fez a vontade, e fomos ver o filme.
O filme conta a história de Tom Brand, um bilionário dono de uma grande empresa, que ambiciona construir o maior edifício da América do Norte, para ser recordado eternamente. O seu vício no trabalho faz com Tom não preste a devida atenção à sua família: a sua mulher, o seu filho (giríssimo) que aspira ser como ele e a sua filha mais nova, que lhe pede sempre um gato pelo aniversário. Apesar de Tom odiar gatos, decide comprar um para a filha, visto que não se lembra de mais nada que ela goste. Assim, Tom entra numa estranha loja de animais e conhece o seu excêntrico dono, que lhe apresenta o seu novo gato, o Sr. Patas Peludas. A caminho da festa de anos da filha, Tom tem um acidente e, quando acorda, percebe que está dentro do corpo do Sr. Patas Peludas e que foi adotado pela sua própria família. O dono da loja onde Tom comprou o gato explica-lhe que ele terá que perceber porque razão foi parar ao corpo do gato, se alguma quiser voltar a ser humano. Tom envereda então numa jornada, em que percebe o que é ser-se um animal doméstico e de que forma pode ajudar a sua família, mesmo sendo um "simples animal", enquanto luta contra o tempo para voltar ao seu corpo e reconquistar a sua empresa, entretanto nas mãos de um empregado malvado.
Ao ler a descrição do filme sei que parece um bocado genérico (lembram-se daquela série 100 Deeds for Eddie McDowd? Pois...) e, de facto, é. A história é previsível e não há muito mais que se lhe diga além daquilo que está na sinopse. As piadas também não são as mais originais. Ah, e se não gostarem de filmes dobrados, como o meu namorado, então não é mesmo a melhor opção.
No entanto, eu gostei bastante do filme. Eu adoro filmes fofinhos, com finais felizes, portanto, se vocês são como eu, não há como não gostar. Tem um pequeno plot twist no fim, mas mesmo assim, adorei o final. Além disso, o gato é adorável, o que, claro, dá logo uns vinte pontos a favor. Depois, apesar de as piadas não serem as mais originais, eu achei o filme bastante engraçado, e muito agradável no geral. Foi uma tarde bem passada. Se tiverem crianças pequenas na família ou se gostam de animais, de certeza que vão adorar o filme.
Fui ler algumas críticas sobre o filme e, de facto, é verdade que não se compara a outros filmes famosos que estão agora no cinema, como o La La Land. No entanto, acho que prefiro mil vezes ver um filme como o Aqui Há Gato, que não tem como enganar. Vá, chamem-me básica.
Em suma, achei o filme muito engraçado apesar de ser "mais do mesmo". Se procuram filmes diferentes, não aconselho, mas se só procuram um dia de diversão, gargalhadas e fofura, então é o filme para vocês!
Beijinhos, Noelle.


(e aqui temos a segunda coisa mais fofa do filme, só para aguçar a vossa curiosidade...)

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Série - The Mindy Project


Quando a Fox Comedy anunciou que iria estrear esta série em Janeiro, não fiquei muito entusiasmada. Quando vi a série a dar na televisão, também não fiquei muito entusiasmada, tanto que até ia mudar de canal. Por mão do destino, decidi não mudar e deixar a televisão ligada, mais pelo barulho de fundo do que outra coisa.
No entanto, como estava a estudar e qualquer coisa é mais interessante do que isso, dei por mim a deitar o olho constantemente à televisão. Acabei por ver o primeiro episódio quase todo, e, embora não tenha adorado, decidi ver o segundo, que deu logo a seguir. E depois o terceiro, e o quarto. E aí, caros senhores, alguns entre um desses episódios, foi aí que nasceu uma nova paixão por uma que se encontra no meu TOP5 de séries favoritas. Nunca mais consegui deixar de ver a série, que dá todos os dias na Fox Comedy por volta das 22:15.
A série conta a história de Mindy Lahiri, uma personagem com uma personalidade caricata que procura o amor enquanto trabalha numa clínica como média obstetra. A Mindy é uma das minhas personagens favoritas, não só devido à sua personalidade forte e muito engraçada mas também porque é muito direta, não tem papas na língua e tem uma enorme auto-estima, muito embora tenha um problema comum a muitas mulheres: é gordinha e tenta deixar os petiscos e emagrecer. Depois, temos o Danny e o doutor Reed, que também são engraçados, e adoro a forma como a sua história se vai desenvolvendo, a de um deles em particular... 
Temos também o Morgan, o enfermeiro, a personagem mais engraçada e mais extravagante. Adoro-o, se todos os enfermeiros fossem assim, ouviam-se muito mais gargalhadas nos hospitais! 
Gosto imenso de todos os personagens, acho que são todos engraçados à sua maneira, as piadas são bastante diferentes e originais, os personagens são muito relatable e a forma como a sua amizade e as suas histórias se vão desenvolvendo é bastante cativante e emocionante. É uma das melhores séries que já vi ultimamente, e aconselho-vos seriamente a experimentar porque, para me conseguir fazer ver os episódios, eu, que não tenho paciência nenhuma para essas coisas, é porque tem que ser mesmo muito boa!
Beijinhos, Noelle.





sábado, 4 de fevereiro de 2017

Como não engordar em época de exames

É verdade, após um mês pavoroso, a Noelle está de volta com toda a pujança! Qualquer estudante universitário sabe do que falo quando digo que Janeiro e Junho são aqueles meses horrivelmente longos, que parece que duram anos e anos, que ainda o mês acabou de começar e nós já rogamos a todos os anjos e demónios para que o façam acabar depressa, que nos fazem andar a cair pelos cantos com duas horas de sono (no máximo) e que nos fazem ter uma dieta à base de doces, cafeína e bebidas energéticas, nalguns casos, para aguentar o ritmo.
É com grande prazer que afirmo que o primeiro mês do horror de 2017 foi completado com sucesso! Bem, pelo menos com sucesso académico, porque no que diz respeito aquele que era o meu principal objetivo para 2017 (comer melhor e deixar de comer tantas porcarias), foi a real desgraça. É lógico pensar que, após os pecados cometidos durante o mês de Dezembro, uma pessoa fosse mais contida, tentasse ter mais cuidado com o que come, para compensar. Mas a lógica não se aplica aos estudantes universitários que passam um mês enfiados em casa a acabar trabalhos e a estudar para as frequências, e que necessitam de um docinho ou alguma coisa reconfortante nesta época aborrecida. Enfim, quem me ouvir (ou ler) há-de pensar que me estou a armar em coitadinha. Pronto, se calhar não é assim tãããão mau, quer dizer, há pessoas que estão bem piores do que eu, mas é mau na mesma. E quem gosta de doces e fica desconsolado, como eu, sabe do que falo quando digo que é impossível fazer dietas em época de frequências.
No entanto, pior do que estar um mês inteiro fechado em casa a estudar, é estar um mês inteiro fechado em casa a estudar e acabar com mais 3 ou 4kg. Isso é que ninguém quer MESMO, por isso hoje trouxe-vos algumas dicas para controlarem melhor o vosso peso e a vossa sede de doces durante as épocas escolares mais caóticas, cá ficam elas:

-Comam alguma coisa pequena pelo menos de 2 em 2 horas - ok, já sei que esta regra é mais conhecida do que os tremoços, que toda a gente diz isto, e que se aplica em qualquer altura do ano, seja ela época de frequências ou não. No entanto, é mesmo MESMO indispensável quando estão a estudar. Primeiro, porque se estiverem com fome não se conseguem concentrar. E depois, porque, com o estômago cheio, não tem tantos desejos de doces e outras porcarias. E lembrem-se, não é comer uma feijoada de duas em duas, e muito menos bolachas ou chocolates, mas sim uma peça de fruta, umas tostas, iogurtes, ou outras coisas mais saudáveis!

-Não (peçam que vos) comprem porcarias - se não tiverem as coisas em casa, os desejos são muito mais ligeiros, ou, mesmo que sejam fortes e não parem de pensar em lambuzarem-se todos com aquele pó laranja dos Cheetos, não se vão dar ao trabalho de perder tempo e sair só para as comprar (ainda por cima com este tempo!).

-Arranjem substitutos mais saudáveis - se estão mesmo desconsolados e vos apetece algo para aconchegar a cabeça e o estômago, procurem outras opções igualmente viáveis mas mais saudáveis. Por exemplo, em vez de comerem bolachas com chocolate ou manteiga, comam Maria ou Torrada, que não fazem tão mal e também são doces, ou façam as vossas próprias bolachas, com ingredientes saudáveis. Em vez de comerem um iogurte grego com caramelo ou chocolate, comam um normal. Em vez de comerem doces ou rebuçados, comam fruta assada com canela ou adoçante natural. Façam umas panquecas de aveia ou assim (se não se importarem de perder dez minutos). Se precisarem mesmo de chocolate, prefiram o chocolate negro. Enfim, é uma questão de encontrarem algo que funcione com vocês e que seja mais saudável do que comer um saco inteiro de Kit Kats. Eu, por exemplo, durante este último mês, comi muitas vezes bolachas de água e sal 'Vieira', torradas com manteiga, e Nesquick (pouquinho!) com leite. E quase sempre aquela sensação de desconsolo se ia.

-Descansem - acho que a razão pela qual me sentia tão desconsolada durante o mês de Janeiro ao ponto de só encontrar conforto nos doces ou na comidinha boa é porque estava sempre fechada em casa a estudar. Às vezes, apetecia-me ir sair com amigos, ou com os meus pais, ou ver um filme, mas depois lembrava-me que tinha que estudar, e lá voltava a atacar os livros e os slides. Isto, além de me deixar extremamente cansada, ao ponto de, a partir de uma certa altura, já nem me entrar nada na cabeça, deixa-me sempre desconsolada. Portanto, o meu conselho é que DESCANSEM! Ninguém morre por meia hora a ver um episódio da vossa série favorita ou por meia hora a vaguear na Internet. Se essa meia hora vos permitir recuperar e voltar ao estudo com mais força, é uma meia hora válida e não perdida!

Mexam-se - eu sei que com este frio (e agora a chuva) a vontade de sair de casa é quase nula. No entanto, é muito importante que façam algum exercício, nem que seja uma pequena caminhada (podem deixar o carro um bocado mais longe da paragem, ir a pé para a faculdade - se morarem perto -, caminhar de um lado para o outro dentro de casa, entre outras coisas) ou até mesmo fazer alguns exercícios em casa. Eu não fiz isto, reconheço, mas agora noto que o meu corpo está muito em baixo de forma depois deste mês. Para evitarem isto, mantenham-se o mais ativos possível!

E pronto, são estes os meus conselhos para evitarem ganhar peso e ficar em baixo de forma durante as épocas de frequências e/ou exames. O que acham? Tem mais alguns conselhos?
Beijinhos, Noelle.

sábado, 31 de dezembro de 2016

Objetivos para 2017

Olá! Sempre fui apologista da premissa de que, se quisermos mudar alguma coisa na nossa vida, qualquer dia é bom para o fazermos, e não apenas o dia 1 de Janeiro. No entanto, é impossível negar que no início de um novo ano, todos nós nos sentimos mais motivados a fazer mudanças e melhorias na nossa vida, pelo que esta é uma boa altura para tentarmos começar aquela dieta que queríamos fazer há muito tempo ou para começar a praticar desporto. Verdade seja dita, a maioria das pessoas perde este entusiasmo ao fim de uns meses, e ninguém as pode culpar. Como se costuma dizer: passa o dia, passa a romaria.
No entanto, existem também aquelas pessoas que conseguem manter os seus níveis de determinação elevados, e conseguem cumprir tudo aquilo que tinham estipulado para o seu novo ano. Eu quero acreditar que serei uma dessas pessoas, portanto, cá fica uma lista dos meus objetivos para o próximo ano:

1. Comer doces apenas aos fins de semana ou em alturas especiais;
2. Fazer mais exercício físico quando tiver oportunidade, como caminhadas e passeios de bicicleta;
3. Deixar de ser tão consumista e passar a comprar apenas coisas de que goste mesmo e tenha a certeza de que vou usar imensas vezes;
4. Conduzir sempre que tiver oportunidade para o fazer, mesmo que não queira, para treinar (preciso muito!);
5. Manter a minha média na faculdade acima de 14 valores;
6. Estudar regularmente e evitar acumular trabalho (estou a trabalhar nisso);
7. Começar a tratar melhor da minha pele e cabelo;
8. Ter mais paciência e deixar de reclamar tanto;
9. Fazer mais coisas diferentes com os meus amigos e/ou família;
10. Dar mais atenção ao blogue;
11. Fazer voluntariado;
12. Ser mais independente: aprender a cozinhar, passar a ferro e lavar roupa.

Quais são os vossos objetivos para 2017?
Beijinhos, Noelle.


O melhor de 2016

Nunca gostei muito do Ano Novo. Para mim, esta data não só assinala o fim da maravilhosa época natalícia como também me lembra que o tempo não para.
Ao longo do ano, andámos tão ocupados com as nossas vidas que nem nos lembramos que o tempo está a passar. Seja em Março ou em Outubro, se pensarmos no Natal e passagem de ano, a primeira coisa que nos ocorre é que "ainda falta muito". No entanto, quando finalmente chega essa época, somos surpreendidos com a rapidez com que ela se instalou. Nos últimos anos isto acontece-me muito, chegar ao fim do ano e pensar que ainda há dois dias ele tinha começado. Ainda ontem me enganei e disse que tinha 18 anos, quando daqui a seis meses já faço 20. Enfim, é o problema de sermos velhos, ou melhor, de não sermos crianças pequenas. Essas sacaninhas sortudas.
Além disto, eu nunca faço nada no Ano Novo. Chamem-me o que quiserem, mas prefiro ficar em casa com a minha família do que ir sair. Podemos sair em qualquer outro dia do ano, mas são raras as alturas em que podemos estar todos juntos em família, a festejar, pelo menos em minha casa. Este ano seremos muito poucos, mas isso não me impede de querer ficar em casa na mesma, a fazer companhia a quem lá está. Além disso, sempre fui uma pessoa caseira. As multidões e o frio afugentam-me.
Enfim, o Ano Novo deprime-me.
No entanto, como tantas outras pessoas, quando chega este fatídico dia que dita o fim de mais um ano, não posso deixar de fazer uma retrospetiva do ano que vivi, ver o que correu bem e o que podia ter corrido melhor. Como ninguém gosta de reviver as coisas más, cá fica uma lista das coisas boas que 2016 me trouxe:

-tirei (finalmente) a carta de condução;
-tive o meu próprio carro (bem, quase) para poder treinar;
-consegui passar a todas as cadeiras à primeira, e tive uma boa média;
-trajei pela primeira vez;
-conheci pessoas novas incríveis;
-conheci lugares novos;
-passeei muito;
-percebi que consigo superar muito mais do que aquilo que eu achava que conseguia;
-fiz coisas diferentes, que nunca tinha feito;
-aproveitei o meu tempo livre ao máximo para estar com a minha família e amigos;
-tive sempre pessoas incríveis do meu lado para me apoiarem.

E pronto, basicamente é isto :P Qual foi a melhor parte do vosso 2016?
Boas entradas e um feliz 2017!
Beijinhos, Noelle.


terça-feira, 27 de dezembro de 2016

2016

Ultimamente, tenho visto imensas pessoas revoltadas com 2016 e a acusá-lo de ser o Geore R. R. Martin no que toca à morte de famosos.
A verdade é que morreram imensas pessoas conhecidas este ano, mas, para ser sincera, isso não me aquece nem arrefece. Não me podia estar mais a marimbar se o David Bowie ou o Prince morreram este ano, nem mesmo o Harambe (shame on me), e afirmo com toda a certeza que muitas das pessoas que acusam este ano de ser o Grim Reaper do milénio nem sequer conhecem a obra da maioria das pessoas que morreram. Confession time: eu também não conheço, daí que me esteja a marimbar. Todos temos a nossa altura, uns antes, outros depois. O que importa é que estas pessoas, provavelmente, tiveram muito mais experiências boas do que a maioria de nós alguma vez irá ter. Por isso, gosto de pensar que tiveram boas vidas e aproveitaram bem os seus dias. 
No entanto, e como não sou completamente insensível, não pude deixar de cá vir e mostrar a minha surpresa e enorme desagrado perante a morte de Carrie Fisher. Como não quero saber da vida dos famosos para nada, não sabia sequer que a mulher tinha tido um ataque do coração há uns dias e que estava muito mal. Por mim, ela andava algures por aí, a passear de limusine e a dar autógrafos. Portanto, foi com uma enorme e desagradável surpresa que, assim que abri o Instagram, descobri que a minha Leia morreu. Agora, sempre que vir o Star Wars, o sentimento já não será mais o mesmo. Os filmes vão passar a ter um sabor diferente, sempre doce, mas com um trago amargo. Por isso, sim, 2016, já chega de matar pessoas. Por favor. 
Leia, may the force be forever with you.
Beijinhos, Noelle.